Todos os dias, milhares de mulheres

sofrem violência doméstica no Brasil.
E um dos maiores vilões na luta contra

esse problema é o silêncio.
O movimento #FaleComElas quer colocar

um ponto final nessa história.

Juntos, podemos ajudar as mulheres

a ganharem voz, força e coragem para tomarem uma atitude e mudarem seu futuro.

Converse com elas e incentive essas

mulheres a quebrarem o silêncio.

 

Enfrente com elas.

Mude com elas.

#FaleComElas

Sobre

o movimento

A cada 7 minutos, uma mulher sofre violência

no Brasil. Mais de 70% delas não denunciam seus agressores. E como, na maioria das vezes, essa violência acontece dentro de casa, nem os parentes e amigos mais próximos ficam sabendo. O silêncio é um dos maiores inimigos das mulheres que sofrem violência

e elas escolhem esse caminho por uma série de motivos, sendo que o principal deles é o medo.

 

O movimento #FaleComElas quer dar voz

às mulheres. Mas, para isso, ele precisa da ajuda

de todas as pessoas que conhecem uma mulher

que sofre violência ou que já presenciaram uma

cena de violência contra a mulher.

 

Ajudar significa conversar com elas e ajudá-las

a encontrar a força, a confiança e a coragem para enfrentar essa situação. Por isso, fale com elas, aconselhe, ouça e, juntos, transformem essa realidade em um novo momento, com muito mais perspectiva para milhares de mulheres brasileiras.

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Sofrer violência ou presenciar um ato de violência é um assunto muito delicado.

Muitas vezes, não sabemos como agir diante de uma situação dessas.

É comum sentir medo ou vergonha, até mesmo para conversar com uma amiga ou parente.

Procurar apoio é fundamental para começar a enfrentar essa situação.

Confira aqui algumas dicas e informações úteis do que fazer em caso de violência contra a mulher.

A denúncia de violência doméstica contra a mulher pode ser feita em qualquer delegacia,

mas há diversos órgãos que a vítima pode procurar para se proteger e buscar seus direitos.

atendimento@institutomariadapenha.org.br

Tel. - 85 4102 5429

Enfrente

IMP

DD

CDCM

DDM

INSTITUTO
MARIA
DA PENHA

DISQUE
DENÚNCIA

CENTRO DE ATENDIMENTO
PARA MULHERES
VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA

DELEGACIA
DE DEFESA
DA MULHER

Tel. - 11 3106 1100

Tel. - 11 3241 3328

Tel. - 181

As estatísticas sobre a violência contra a mulher

são impressionantes. Veja aqui alguns dados e matérias

que retratam o cenário atual.

Dados

e matérias

Lei Maria

da Penha

A Lei Maria da Penha (Lei n° 11.340/2006) é uma lei escrita por mulheres e para mulheres. A lei define que

a violência doméstica contra a mulher é crime e aponta formas de evitar, enfrentar e punir a agressão.

A lei indica a responsabilidade que cada órgão público tem para ajudar a mulher que está sofrendo a violência.

Com a Lei Maria da Penha, o juiz passou a ter poderes para conceder as chamadas medidas protetivas

de urgência. Como o próprio nome diz, essas medidas servem para proteger a mulher que está sofrendo violência e são aplicadas quando o juiz concorda

com o pedido feito pela mulher.

Algumas medidas são voltadas para a pessoa que pratica a violência, como afastamento do lar,

 proibição de chegar perto da vítima e suspensão

 de porte de armas.
Outras medidas são voltadas para a mulher que sofre

a violência, como encaminhamento para programa

de proteção ou atendimento.

Como, muitas vezes, a mulher depende economicamente da pessoa que a agride, o juiz pode determinar, como medida protetiva, o pagamento

de pensão alimentícia para a mulher e/ou filhos/as.

Além disso, quando a violência é conjugal (marido-mulher, companheiro-companheira, companheira-companheira),

o juiz pode tomar providências para evitar que a pessoa que agride se desfaça do patrimônio do casal e prejudique a divisão de bens em caso de separação.

A pessoa que comete a violência também pode ser presa preventivamente, se houver necessidade. A lei garante

a inclusão da mulher que sofre violência doméstica

e familiar em programas de assistência promovidos pelo governo, atendimento médico, serviços que promovam sua capacitação, geração de trabalho, emprego e renda

e, caso a mulher precise se afastar do trabalho por causa

da violência, ela não poderá ser demitida pelo período

de até seis meses.

Caso a pessoa que cometeu a violência seja condenada, vai ser aplicada a pena correspondente ao crime cometido, de acordo com o que prevê o Código Penal e o juiz pode obrigar a pessoa que cometeu a agressão a frequentar programas de reeducação.

No site da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres você encontra mais informações sobre o assunto e até uma cartilha de como agir diante de um ato de violência.

Acesse aqui: www.spm.gov.br

A Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (ASBRAD) é uma Organização Não Governamental (ONG) sem fins lucrativos, fundada

em 1997 por profissionais de diversas áreas e engajados na defesa dos direitos humanos.

 

Desde sua fundação, a ASBRAD visa defender o direito das mulheres como mantenedoras da família, profissionais e cidadãs. Em Guarulhos, a ASBRAD

foi a primeira a dar atenção às especificidades das mulheres em situação de encarceramento, mulheres trans, meninas em cumprimento de liberdade assistida

e mulheres vitímas do tráfico de pessoas

(em decorrência da presença do aeroporto internacional na cidade). Além disso, a ASBRAD

é referência em assistência jurídica e psicológica

a famílias em vulnerabilidade social, fruto

de parcerias e convênios com diversas entidades,

com o município e com o estado de São Paulo.

Doações:

Banco do Brasil

Agência: 0636-X

Conta Corrente: 69919-5

+55 (11) 2409-9518 | +55 (11) 2408-6448

www.asbrad.org.br

Nas

redes

Veja quem já está apoiando o movimento.